Fiche Personne
Chanteur/euse Auteur-compositeur/trice Adaptateur/trice

Clarisse Albrecht

Cameroun, France

Français

Née d'un père français et d'une mère camerounaise, Clarisse Albrecht a partagé son enfance entre la Guinée-Bissau, le Mozambique et la France. Enfant, Clarisse est une petite fille rêveuse et curieuse, qui lit beaucoup, adore écrire des histoires, chanter et danser. Elle rêve de chanter un jour de belles chansons avec l'élégance de Sade. Chez elle, l'ambiance est cosmopolite et il y a toujours de la musique; Makossa, Marabentta, Rumba Zaïroise, MPB, Soul, Funk, Disco, des rythmes venus d'un peu partout. Les années passées à Maputo sont sans aucun doute les années les plus marquantes de son enfance. C'est là-bas qu'elle apprend le portugais en regardant les novelas brésiliennes à la télévision et que naît son attirance pour ce pays. Au début des années 90, la famille Albrecht retourne vivre en France. La transition n'est pas facile et Clarisse est vite nostalgique de son enfance africaine. Cependant, la France fait aussi partie d'elle et offre également une incroyable diversité culturelle. Elle apprend à aimer sa vie d'adolescente en banlieue parisienne et découvre le Hip-Hop, les musiques électroniques, le R'n'B. Ici encore, ses amis ont des origines variées : européennes, africaines, orientales… Elle se plaît au sein de ce mélange de cultures et de traditions. Pour nourrir son amour pour l'écriture et la musique toujours aussi vivace,elle intègre une chorale de Gospel avec laquelle elle fera ses premières scènes en tant que soliste et choriste. C'est ainsi qu'elle commence à se questionner sur la voie musicale qu'elle aimerait suivre pour assouvir pleinement cette passion. Après son baccalauréat, elle étudie le Cinéma à La Sorbonne. En parallèle, elle est choriste dans un groupe de reprises Soul & Funk. L'expérience ne durera pas. L'envie de s'exprimer autrement qu'en étant une interprète devient trop forte. Il lui faut trouver sa voie. Avec ses goûts éclectiques, ce n'est pas tâche facile. Elle décide donc de prendre un peu de recul. De son enfance, elle a gardé le goût du voyage et un attachement certain pour la langue portugaise. Cette langue qui traduit si bien la nostalgie dont elle est habitée. C'est tout naturellement qu'elle se met à étudier le répertoire des standards brésiliens. MPB, Bossa, Samba. Dans l'idée de reprendre ces classiques sur scène, elle se plonge dans cette culture. Dans cette musique imbibée de "saudade", si liée à ses souvenirs de Maputo. Le moment est arrivé de réaliser un de ses grands rêves. Aller à Rio De Janeiro.Durant son voyage, elle s'imprègne de l'ambiance, des sonorités, de l'âme de Rio… Cette ville offre bien plus qu'elle ne l'avait imaginé. Lors d'une paisible soirée au Poste 6 de la plage de Copacabana, un ami lui écrit un poème disant que lorsqu'elle sourit de tout son coeur et de toute son âme, elle devient une "mulata universal", une métisse universelle. C'est une révélation. Voilà le chemin qu'elle doit suivre : traduire musicalement son métissage culturel. De retour à Paris, elle se concentre sur l'élaboration de ses propres chansons. Elle écrit, compose, en portugais. Avec la complicité de LS, producteur et compositeur, elle enregistre ses premiers titres. Des chansons aux textes imprégnés de "saudade", traduisant son âme bohème et sa nostalgie autour du thème universel qu'est l'Amour. "À travers ma musique, je tiens à faire partager un état d'esprit, une ambiance, une humeur" D'une voix suave, parfois fragile, mêlant dans une subtile fusion, Soul & Bossa-Nova, Clarisse nous invite dans son monde cosmopolite et chaleureux.Soyez les bienvenus chez la Mulata Universal.

English


Born to a French father and a Cameroonian mother, Clarisse split her childhood between Guinea-Bissau, Mozambique and France. As a child, Clarisse was a shy and dreamy little girl, always reading, writing stories, singing and dancing. Her dream was to one day sing beautiful songs with the elegance of Sade.  Years in Maputo have certainly been the most striking moments of her childhood. She lived in a cosmopolitan ambient, listening to rhythms from all over the world.This is where she learned Portuguese, watching Brazilian novelas on TV, and dreaming about Rio De Janeiro.



 



In the early 90s, her family went back to France. The change were not that easy and Clarisse became very nostalgic of her African childhood. However, France is also a part of her and offers another incredible blend of cultures and traditions. Once again, dived in a multiple ethnicities ambient, she discovered Hip Hop, Electronic Music among others. Her passion for writing and singing becoming even more vivid, she joined a Gospel choir and made her first performances on stage as a lead singer and backup vocalist. She began to really wonder which musical way she should follow to fulfill her artistic aspirations. While studying Cinema at La Sorbonne, she sang as a backup vocalist in a band performing Soul & Funk covers. The will to express herself other than being a performer were too strong for her, she will quickly leave the band. She needed to find her way. With her eclectic musical tastes, it wasn't an easy task. But she decided to take it easy. Time will tell.



From her childhood, she kept love for travels and a obvious attachment for the Portuguese language. This tongue which transcribes so well her deep nostalgia. So she decided to work on Brazilian standards. MPB, Bossa, Samba. She dived herself deep into this culture, into this music full of"saudade", so connected with her childhood memories of Maputo. That was the perfect timing to achieve another big dream : fly to Rio de Janeiro! During her journey, she soaked up the atmosphere, the sounds, the spirit of Rio… The marvelous city brought much more than expected. One night, chilling at Posto 6 of Copacabana's beach, a friend wrote a poem for her; saying that when she smiles with all her heart and soul, she becomes a "mulata universal". For Clarisse its an eye-opener. Here was what she needed to express. The essence of what her music should be. The soul of a woman with an universal heart.



Back to Paris, she focused on creating her own music. Writing, songwriting, with the help of fellow producer and composer, LS. With lyrics full of "saudade" and love, transcribing her bohemian spirit in a subtle fusion between Soul & Bossa-Nova, Clarisse with her sultry and mesmerizing voice, invites us in her cosmopolitan and warm shelter.


Português


Nascida de um pai francês e de uma mãe camaronesa, Clarisse Albrecht compartilhou sua infância entre Guiné-Bissau, Moçambique e França.



Quando criança, Clarisse era uma menina sonhadora e curiosa que lê, gosta muito de escrever histórias, cantar e dançar. Ela imagina cantar, um dia, bonitas canções com a classe de Sade. Em sua casa, ela cresce nem uma atmosfera cosmopolita. sempre há música, ritmos do mundo todo.



Os anos em Maputo são indubitavelmente os anos mais notáveis de sua infância. São neles em que ela aprende português, assistindo as telenovelas brasileiras na televisão, ficando enamorada com essa cultura mestiza.

No começo dos anos 90, a familia Albrecht volta para a França. A transição não é fácil e Clarisse vive a nostalgia de sua infância africana. Mas a França também faz parte dela e oferece uma diversidade cultural incrível, ela aprende a gostar da vida adolescente no subúrbio parisiense; ela descobre o Hip-Hop, as músicas eletrônicas o R'n'B moderno. Aqui ainda, seus os amigos veem de várias origens, ela gosta viver dentro desta mistura de culturas e tradições.

Ela sempre gostou de escrever com o desejo de fazer música sempre duradouro. Ela o alimenta integrando um coro de gospel com o qual ela fará suas primeiras cenas como solista e corista. E assim ela começa a se questionar no modo musical o que ela gostaria de seguir para realizar este desejo completamente.



Depois do diploma de escola secundária, ela estuda Cinema em La Sorbonne. Em paralelo, ela é corista em um grupo de covers Soul & Funk que ela partirá depressa. O desejo de se expressar sendo uma intérprete fica muito forte. Ela precisa encontrar seu caminho. Com as várias influências e gostos musicais, ela ainda não sabia qual caminho seguir. Ela decidiu recuar e esperar que o caminho lhe fosse mostrado. O que sera, sera.



De sua infância, ela manteve o gosto por viagem e certo carinho pelo idioma português. Este idioma que traduz tão bem a saudade com a qual ela costuma viver. É bem naturalmente que ela comece a estudar o diretório dos clasicos brasileiros. MPB, Bossa Nova, Samba. Para retomar estes clássicos em fase, ela mergulha nesta cultura. Nesta música saturada com "saudade", assim conectando com suas recordações de Maputo. Ela percebe então um outro de seus grandes sonhos: ir para o Rio de Janeiro! Durante a viagem, ela é tomada com a atmosfera, com a alma do Rio…

Esta cidade oferece muito mais que o que tinha imaginado. Como se ela já conhecesse, como se esta cidade fosse uma síntese do que ela é : Africana, ocidental com um pouco de outras influências.

Durante uma noite calma no Posto 6 de Copacabana, um amigo lhe escreve um poema. Um poema que diz que quando ela sorri com todo seu coração e com toda sua alma, ela se torna muito mais que uma mulata. Ela se torna em a "mulata universal". É uma revelação. Aqui está a estrada que ela tem que seguir: traduzir musicalmente sua mistura cultural.



Ao voltar a Paris, ela se concentra na elaboração da própria música. Ela escreve, compõe, em português, em inglês. Com a cumplicidade do LS, um amigo seu, produtor e compositor, ela registra suas primeiras canções com textos preenchidos com "saudade", traduzindo os estigmas de seu passado, suas raízes, suas numerosas influências, seus sentimentos, a sua vida Boêmia…

"Por minha música, eu estou ansiosa em compartilhar um estado mental, uma atmosfera, um humor."



 



Com uma voz agradável, às vezes frágil, Clarisse nos convida ao seu mundo cosmopolita e morno.



 



Sejam bem-vindos ao abrigo da Mulata Universal.


Español


Nacida de padre francés y de madre camerunesa (África central). Ella pasa sus primeros años en Bafatá, en Guinea-Bissau, luego un tiempo en Francia y más tarde regresa a África, en Maputo, capital de Mozambique.



De niña, Clarisse era una chica soñadora que le encantaba leer, escribir historias, cantar y bailar. Ella crece en un ambiente cosmopolita; en su casa, siempre había música, africana, latina, musica francesa, ritmos de todas partes del mundo.

Los años pasados en Maputo fueron ciertamente los años más notables de su infancia. Aprendió el idioma portugués mirando las novelas brasileñas en la televisión.



Al principio de los años 90, la familia Albrecht vuelve a instalarse en Francia. La transición no es fácil y Clarisse se vuelve rápidamente nostálgica de su infancia africana. Sin embargo, ella aprende poco a poco a disfrutar su vida de adolescente en el suburbio parisino. Francia también forma parte de ella y ofrece una diversidad cultural increíble, aquí también sus amigos son de diferentes orígenes, ella descubre hip hop, la música electrónica y el R'N'B moderno.



Todavía le gusta escribir, poemas y letras de canciones, con su deseo de hacer música siempre vivo. Ella lo alimenta integrándose a un coro de Gospel, con la cual hará sus primeras presentaciones como solista y corista. Comienza a interrogarse sobre la vía musical que debería seguir para saciar plenamente este deseo.

Después de su bachillerato en Letras e Idiomas, estudia cine en La Sorbonne. Es entonces corista en un grupo de covers Soul y Funk al que dejará rápidamente. La gana de expresarse de otra forma se vuelve demasiado fuerte. Debe encontrar su vía.



De su infancia, guardó el gusto por los viajes y un cariño por el idioma Portugués. Este idioma que traduce tan bien su nostalgia. Clarisse comienza entonces a estudiar el repertorio brasileño, MPB, Bossa y Samba. Se sumerge en esta cultura y su música llena de saudade1, tan ligada a sus memorias de Maputo. Todo esto la lleva a realizar otro de sus grandes sueños: ir a Río de Janeiro.


 



Durante su viaje, se impregna del ambiente, las sonoridades El alma de Río. Esta ciudad le ofrece mucho más de lo que había imaginado. Le encanta esta mezcla de influencias africanas, occidentales con tantas otras.

En una tranquila tarde en el "posto 6" de Copacabana, un amigo le escribe un poema. Un poema que dice que cuando ella sonríe con todo su corazón y alma, se convierte en una mulata universal. Esta frase fue una revelación. Aquí esta la esencia de lo que será su música, la de una mujer de mestizaje universal.



De regreso a París, Clarisse se concentra en su proyecto. Escribe en portugués, compone, teniendo como idea fija la elaboración de su propio estilo musical aunque esto la mantiene alejada de la escena. Con la ayuda de LS, productor y compositor, ella graba sus primeros temas. Canciones a los textos impregnados de "saudade* ", traduciendo su pasado, sus raíces, sus sentimientos, sus influencias culturales, su vida de mujer bohemia.



"A través de mi música, quiero hacer compartir un estado de la mente, un ambiente, un humor"



 



Con su voz suave, a veces frágil, Clarisse nos invita a su mundo cosmopolita y caluroso,así es el universo de la Mulata Universal.